Jornada pelo Tietê teve agroecologia e caminhada!Criado em 2002, o Fórum Permanente Caxambu é um movimento socioambiental de voluntários em defesa da Água. Nossa base de atuação é o Planeta Terra, mas estamos abrigados na Microbacia do Jundiaí-Mirim, bairro Caxambu, Jundiaí-SP. Nossas frentes são a Educação Ambiental, restauração das Matas Ciliares e Desenvolvimento Solidário e Sustentável das Comunidades Rurais e Urbanas. Somos Agroecológicos de coração e Outromundistas por natureza!
terça-feira, junho 16, 2009
segunda-feira, junho 08, 2009
segunda-feira, março 30, 2009
Walquírias, perto do fim!


Balanço das Águas
A água inspirou dois eventos públicos na cidade durante esta semana: na segunda, 23, a DAE trouxe o jornalista Washington Novaes e na quarta, 25, a Câmara sediou o Fórum do Rio Jundiaí. Previsível, Novaes confirmou o cenário alarmante do planeta, por conta das mudanças climáticas, poluição das águas e consumo desenfreado. Apesar disso, o DAE afirma que a água da cidade está garantida por várias décadas.
Na Câmara, o velho debate sobre a despoluição do rio Jundiaí. O prefeito de Várzea foi pessoalmente. O de Salto também. Miguel Haddad mandou representante, o secretário Spina, de Planejamento e Meio Ambiente. Também aqui, nenhuma novidade: a Sabesp deve tratar o esgoto de Várzea e Campo Limpo lá pra 2012.
Os comitês e conselhos continuam com seus debates e reuniões. O CERJU comemora 27 anos. Os vereadores, sem muita desenvoltura, falam do aglomerado urbano, de plano diretor e plano de águas. E o rio Jundiaí segue poluído e canalizado. O Fórum Caxambu também lançou uma programação paralela, o Fórum Regional Água e Terra - FRATER. Os debates estão em andamento. Em abril, no Dia da Terra, deverá acontecer um painel de avaliações. Uma das idéias, que ganha força, é remunerar os agricultores que conservem a água na Área de Mananciais.
Mas a imagem mais significativa desta Semana da Água é uma enorme estrutura de concreto lá na rua do Retiro. Metrô? Túnel de acesso para a Anhanguera? Não. São toneladas de concreto formando o novo canal do córrego das Walquírias. Uma “maravilha” da engenharia, idealizada pela Prefeitura, que vai tomando forma e revelando o tamanho do estrago. Fruto de um projeto feito às pressas, para aproveitar o dinheiro fácil do PAC, a obra sepultou um trecho bastante preservado deste córrego urbano. Com ele, desapareceu o pequeno ecossistema ali instalado: garças, saracuras, socós, capivaras, preás e peixes, além de uma delicada flora aquática e resquícios de mata ciliar.
Não havia urgência nesta obra. O dinheiro seria mais bem empregado no córrego do São Camilo ou na Baixada Paranaense. Mas se queriam assim, com um pouco mais de cuidado, o Walquírias poderia ser recuperado de forma sustentável. O concreto, tão querido das empreiteiras, serviria para a estrutura de contenção e infiltração das águas, o popular piscinão. A população contaria com um pequeno parque urbano. A vítima mais recente da obra foi uma espatódea, arrancada do local. Árvore originária da África deu azar, cresceu no caminho do canal. Apesar de estar na Área de Proteção Permanente, não há lugar mais provisório e menos protegido do que as margens dos córregos jundiaienses em tempos de PAC.
O PAC, aliás, está órfão. Isso também ficou claro nos debates da semana. Pensado para transformar a cidade em um grande canteiro de obras no ano eleitoral, o PAC não causou muito entusiasmo e trouxe problemas. Seus idealizadores agora estão em outras funções. O ex-prefeito está cuidando de córregos em outra cidade. O atual secretário de obras diz que não gosta de canalizações, mas não mexe no PAC. Já Spina, que é construtor, diz que cimento é o melhor para a drenagem urbana, mas prefere não falar do assunto, entretido com um “grande projeto” de meio-ambiente, que deverá lançar em breve.
A FUMAS voltou a cuidar de habitação. Nunca devia ter saído de seu foco. A DAE nem que saber disso, está ocupada armazenando água para o futuro. O COMDEMA não viu o projeto e não gostou. O promotor estadual de meio-ambiente diz que não dá pra mudar, só mitigar. Como mitigar uma estrutura esdrúxula como aquela? Plantando mudinhas? O promotor federal diz que sua responsabilidade “faleceu”. A ouvidoria da Secretaria Estadual do Meio Ambiente ouve tudo com muita paciência. Mas haja paciência para esperar uma resposta.
A polícia ambiental averigua.E o DEPRN... ah, o DEPRN: diz que não viu nada, que tá tudo certo e deu licença mesmo.
Resta reclamar ao bispo. Mas ele foi embora.
Dizem que o próximo a assumir pode ser “verde”. Já estou rezando.
Paulo Dutra
(as fotos anexas, do autor, mostram o córrego visto da ponte sobre a rua do Retiro, em out/08 e mar/09)
quinta-feira, janeiro 22, 2009
Povos do Japi - Ecosolidária - Dezembro 2008
Crianças do Varjão brincam pela Paz
cantoria e roda de capoeira

bate-papo e artesanato

baticundum e papai-noel

algodão-doce, revistinha e roda-roda


cantoria e roda de capoeira
bate-papo e artesanato
baticundum e papai-noel
algodão-doce, revistinha e roda-roda

Defesa da Vida e Cultura da Paz
No dia 23/12, as crianças da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no Jd. Novo Horizonte (Varjão), tiveram uma tarde de atividades para celebrar a Vida, a Paz e o Natal.
Foi a última etapa do Povos do Japi 2008 - Ecosolidária, valorizando o meio ambiente e a vida humana, estimulando a solidariedade e a amizade entre os participantes.
Depois de um bate-papo com Maria Adelaide, da LAF, na igreja, as crianças foram ao pátio, para uma atividade de Dança Circular, seguida da Roda de Capoeira. Aprenderam sobre colaboração enquanto se divertiam.
Em seguida, com a presença do Papai Noel, houve distribuição de balas, algodão doce, pipoca e refrigerantes. Durante toda a tarde, aconteceu também uma oficina de artesanato.
No final, todos voltaram cantando para dentro da igreja, onde houve mais um momento de bate-papo e o encerramento.
Além do Padre Norberto Savietto e voluntárias da Paróquia e da Pastoral do Menor, participaram Lar Anália Franco, Associação Hansenianos de Jundiaí, Grupo de Capoeira do CECAP/Morada das Vinhas - Mestre Mão e o Coletivo Povos do Japi.
sexta-feira, dezembro 12, 2008
Encontro dos Povos do Japi 2008
Reunião preparatória, no Mercadão
Feira ECOSOLIDÁRIA abre segunda no Mercadão da Cidade
A feira ECOSOLIDÁRIA começa nesta segunda-feira, 18h, no Mercadão da Cidade, com apresentações culturais das instituições participantes.
Com exposição e venda da produção artesanal das entidades assistenciais, ONGS e movimentos socioambientais e de agroecologia da região de Jundiaí, a ECOSOLIDÁRIA estará aberta ao público de 15 a 21 de Dezembro de 2008.
A ECOSOLIDÁRIA faz parte da programação do Encontro dos Povos do Japi 2008, uma agenda positiva de debates e atividades organizadas pelo Coletivo Povos do Japi, uma rede colaborativa de movimentos ambientais e ONGs da região que atuam na bacia PCJ e APA CCJ.
O Encontro dos Povos do Japi 2008, que acontece sempre no mês de dezembro, lembrando a Declaração dos Direitos Humanos, também terá atividades em Cabreúva e Cajamar.
No dia 15 a ECOSOLIDÁRIA inaugura as 18h00 e nos demais dias funcionará das 9h às 20h. No domingo, 21, último dia, a feira funcionará das 9h às 16h.
Além da venda de produtos artesanais, haverá exposição dos trabalhos das ONGs venda de seus materiais ecológicos (camisetas, bonés, livros, postais, etc.). Também estão programadas oficinas temáticas como artesanato, culinária, reciclagem, viveiro/mudas, atividades lúdicas, literatura, etc.
Haverá ainda debates, palestras, rodas de conversa sobre Responsabilidade Social, Meio Ambiente, Ecologia Urbana, entre outros temas.
O evento reunirá o Fórum Permanente Caxambu, Fundação Antonio Antonieta Cintra Gordinho, Associação de Atendimento aos Hansenianos de Jundiaí, Aprendizado Dom José Gaspar, Casa da Criança, Secretaria de Assistência Social da Várzea Paulista, CEDECA, ONG Caminho Verde - Campo Limpo Paulista, Arts Várzea - Associação de Artesãos - Economia Solidária - Várzea Paulista, Lar Anália Franco, ONG Coati, Capoeira do Cecap - instrutor Mão, CESPROM, Centro Comunitário São Francisco de Assis, entre outros.
Feira ECOSOLIDÁRIA abre segunda no Mercadão da CidadeA feira ECOSOLIDÁRIA começa nesta segunda-feira, 18h, no Mercadão da Cidade, com apresentações culturais das instituições participantes.
Com exposição e venda da produção artesanal das entidades assistenciais, ONGS e movimentos socioambientais e de agroecologia da região de Jundiaí, a ECOSOLIDÁRIA estará aberta ao público de 15 a 21 de Dezembro de 2008.
A ECOSOLIDÁRIA faz parte da programação do Encontro dos Povos do Japi 2008, uma agenda positiva de debates e atividades organizadas pelo Coletivo Povos do Japi, uma rede colaborativa de movimentos ambientais e ONGs da região que atuam na bacia PCJ e APA CCJ.
O Encontro dos Povos do Japi 2008, que acontece sempre no mês de dezembro, lembrando a Declaração dos Direitos Humanos, também terá atividades em Cabreúva e Cajamar.
No dia 15 a ECOSOLIDÁRIA inaugura as 18h00 e nos demais dias funcionará das 9h às 20h. No domingo, 21, último dia, a feira funcionará das 9h às 16h.
Além da venda de produtos artesanais, haverá exposição dos trabalhos das ONGs venda de seus materiais ecológicos (camisetas, bonés, livros, postais, etc.). Também estão programadas oficinas temáticas como artesanato, culinária, reciclagem, viveiro/mudas, atividades lúdicas, literatura, etc.
Haverá ainda debates, palestras, rodas de conversa sobre Responsabilidade Social, Meio Ambiente, Ecologia Urbana, entre outros temas.
O evento reunirá o Fórum Permanente Caxambu, Fundação Antonio Antonieta Cintra Gordinho, Associação de Atendimento aos Hansenianos de Jundiaí, Aprendizado Dom José Gaspar, Casa da Criança, Secretaria de Assistência Social da Várzea Paulista, CEDECA, ONG Caminho Verde - Campo Limpo Paulista, Arts Várzea - Associação de Artesãos - Economia Solidária - Várzea Paulista, Lar Anália Franco, ONG Coati, Capoeira do Cecap - instrutor Mão, CESPROM, Centro Comunitário São Francisco de Assis, entre outros.
Programação:
15/12 – 18h – 22h
Abertura da Feira ECOSOLIDÁRIA às 18h00, com apresentações culturais da Casa da Criança, Aprendizado Dom José Gaspar e Lar Anália Franco (Teatro, Capoeira, Coral)
16/12 – Exposição – 9h – 20h
15h00 – Roda de Capoeira e de Conversa
Prof. Conrado – LAF – Capoeira e Sociabilização da Criança
18h00 – Oficina de Capoeira
Instrutor Mão – grupo CECAP
17/12 – Exposição – 9h – 20h
14h00 – Roda de Conversa – Economia Solidária
Arts Várzea
19h00 – Fórum Social Mundial 2009
Encontro pré-FSM 2009 – bate-papo com participantes de edições anteriores
Informações sobre Belém do Pará – Propostas para ação local
18/12 – Exposição – 9h – 20h
14h00 – Roda de Conversa – Estatuto da Criança e do Adolescente
CEDECA – Lar Anália Franco
18h00 – Oficina de Capoeira
Instrutor Mão – grupo CECAP
19h00 – Saberes e Sabores – Culinária - Palmito e Mandioca
Bate-papo eco-gastronômico e aula com o chef Helton Hentz
19/12 – Exposição – 9h – 20h
14h00 – Fórum Socioambiental Regional
Rodas de conversa, exposição, manifestações dos grupos e movimentos ambientais da região.
19h00 – Música e Alegria
20/12 – Exposição – 9h – 20h
10h00 – Oficina de Capoeira
Instrutor Mão – grupo CECAP
14h00 – Roda de Conversa
17h00 – Café Filosófico
21/12 – Exposição – 9h – 16h
Atrações culturais e atividades especiais de encerramento
Obs.: de terça a sábado, no período da tarde, acontecerão oficinas de artesanato e reciclagem com a FAACG, Arts Várzea e outros
Acompanhe programação atualizada diariamente em http://socioambiental.ning.com/ ou
http://forumcaxambu.blogspot.com
Local: Mercadão da Cidade
Rua Engenheiro Monlevade Esquina com Avenida União dos Ferroviários
Centro - Jundiaí / SP Fone do Mercadão: 11 3964-0390
(entre o viaduto da Ponte São João e o Barateiro)
15/12 – 18h – 22h
Abertura da Feira ECOSOLIDÁRIA às 18h00, com apresentações culturais da Casa da Criança, Aprendizado Dom José Gaspar e Lar Anália Franco (Teatro, Capoeira, Coral)
16/12 – Exposição – 9h – 20h
15h00 – Roda de Capoeira e de Conversa
Prof. Conrado – LAF – Capoeira e Sociabilização da Criança
18h00 – Oficina de Capoeira
Instrutor Mão – grupo CECAP
17/12 – Exposição – 9h – 20h
14h00 – Roda de Conversa – Economia Solidária
Arts Várzea
19h00 – Fórum Social Mundial 2009
Encontro pré-FSM 2009 – bate-papo com participantes de edições anteriores
Informações sobre Belém do Pará – Propostas para ação local
18/12 – Exposição – 9h – 20h
14h00 – Roda de Conversa – Estatuto da Criança e do Adolescente
CEDECA – Lar Anália Franco
18h00 – Oficina de Capoeira
Instrutor Mão – grupo CECAP
19h00 – Saberes e Sabores – Culinária - Palmito e Mandioca
Bate-papo eco-gastronômico e aula com o chef Helton Hentz
19/12 – Exposição – 9h – 20h
14h00 – Fórum Socioambiental Regional
Rodas de conversa, exposição, manifestações dos grupos e movimentos ambientais da região.
19h00 – Música e Alegria
20/12 – Exposição – 9h – 20h
10h00 – Oficina de Capoeira
Instrutor Mão – grupo CECAP
14h00 – Roda de Conversa
17h00 – Café Filosófico
21/12 – Exposição – 9h – 16h
Atrações culturais e atividades especiais de encerramento
Obs.: de terça a sábado, no período da tarde, acontecerão oficinas de artesanato e reciclagem com a FAACG, Arts Várzea e outros
Acompanhe programação atualizada diariamente em http://socioambiental.ning.com/ ou
http://forumcaxambu.blogspot.com
Local: Mercadão da Cidade
Rua Engenheiro Monlevade Esquina com Avenida União dos Ferroviários
Centro - Jundiaí / SP Fone do Mercadão: 11 3964-0390
(entre o viaduto da Ponte São João e o Barateiro)
segunda-feira, novembro 24, 2008
ORA-PRO-NOBIS
Mercado Municipal de Lavras-MG: agricultura familiar, saberes, sabores e encantos
doces de todo tipo, fubá e ovos caipiras...
d'angola também!!!
queijo do sítio, pros pastéis!!
flores do campo
aromas coloridos
pães caseiros, bolos, mel
cabaças e verduras fresquinhas

doce de laranja com abacaxi, goiabada cascão, goiabada peneirada, geléias

Na terra da UFLA o mercado municipal e seus arredores oferecem aulas vivas de biodiversidade, cultura e culinária mineiras. Nas ruas laterais é possível encontrar ora-pro-nobis, arnica, mudas de bananeira e outras tantas surpresas. Na feira dos sábados, a agricultura familiar se mostra pulsante na cor dos alimentos, nos ricos sabores e saberes, na cor da pele da gente de Lavras.
Na terra da UFLA o mercado municipal e seus arredores oferecem aulas vivas de biodiversidade, cultura e culinária mineiras. Nas ruas laterais é possível encontrar ora-pro-nobis, arnica, mudas de bananeira e outras tantas surpresas. Na feira dos sábados, a agricultura familiar se mostra pulsante na cor dos alimentos, nos ricos sabores e saberes, na cor da pele da gente de Lavras.
segunda-feira, outubro 20, 2008
FATO CONCRETO
Córrego do Mato e Rio Jundiaí
VAI FALTAR ÁGUA E SOBRAR CIMENTO
Há poucos dias atrás o Jornal de Jundiaí afirmou que a FUMAS tem um projeto para recuperar o Córrego do Mato.
Não é bem assim.
A FUMAS reagiu às manifestações de ambientalistas e posteriormente à posição desfavorável do COMDEMA. E não teve outra saída senão procurar uma instituição que pudesse apresentar um diagnóstico sério sobre o assunto.
E então, depois de relutar, aceitou mudar os planos e agora aparece como defensora do cascudo que mora no córrego.
Mas há uma questão extremamente preocupante, para a qual a FUMAS não tem plano nem projeto: a proteção das nascentes do Córrego do Mato.
Sim, porque qualquer ação que visa proteger a biota, garantindo condições de vida para as pererecas e as garças, precisa pensar nas nascentes.
Mas onde elas estão?
Seguramente que o córrego não nasce daqueles canos perto da Vigorelli.
As nascentes, várias, as cabeceiras do riacho, estão nos morros do Bonfiglioli e Jardim Paulista e na parte mais alta da própria avenida, escondidas sob os canteiros e asfalto. A enorme e desenfreada ocupação compromete definitivamente a drenagem e a reposição aqüífera na região. Toda a área está tomada por edifícios. Uma das últimas áreas livres, a Vigorelli, deve dar lugar a um shopping.
A FUMAS não tem planos para isso.
Nem planos nem competência, como aliás, para todos os demais projetos que envolvem os córregos e rios da cidade.
Sem as nascentes, o córrego morre.
Claro que, ao longo da avenida, ele recebe outras contribuições. Mas todas as áreas de reposição serão rapidamente ocupadas.
É preciso ter planos para isso.
Do contrário, em pouco tempo, teremos uma bela avenida, com o canal aberto e bem cuidado.
Só vai faltar a água!
Isso nos remete a outra situação: a do rio Jundiaí.
Esta semana a imprensa divulgou os planos da SABESP para o esgoto de Várzea Paulista e Campo Limpo.
Ótimo. Só que os planos da FUMAS para o rio são outros: cimentar seu leito e suas margens.
O resultado é que em alguns anos teremos um rio despoluído mas sem vida, correndo numa calha de concreto.
Vai faltar água no Córrego do Mato e sobrar cimento no Rio Jundiaí.
A FUMAS esqueceu de incluir estes detalhes nos seus planos!
Paulo Roberto Franchi Dutra
Coordenador do Fórum Permanente Caxambu
quinta-feira, outubro 02, 2008
Em Jundiaí é assim....
quinta-feira, setembro 25, 2008
Semana do Rio Jundiaí
quinta-feira, setembro 18, 2008
Primavera - 22/09 - 12h44

"Podem nos tirar as flores, mas nunca a primavera."
( Eduardo Galeano )
( Eduardo Galeano )
Apoio: FLORA FLORIFRUTO
Plantas, Mudas, Vasos e Flores em geral
Av. Humberto Cereser 3610 - Caxambu, Jundiaí-SP
fone 11 4584-5602 paisagismoflorifruto@uol.com.br
Plantas, Mudas, Vasos e Flores em geral
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domingo, setembro 14, 2008
21 DE SETEMBRO - DIA DA ÁRVORE
22/09 - EQUINÓCIO DE PRIMAVERA PARA O HEMISFÉRIO SUL* (às 12:44)
Momento em que o Sol passa sobre o equador celeste*; o que corresponde ao instante em que os dois hemisférios estão igualmente iluminados, mas a partir desse instante o hemisfério Sul será mais iluminado pelo Sol, que o hemisfério Norte, portanto têm início a Primavera no hemisfério Sul e o Outono no hemisfério Norte.
Momento em que o Sol passa sobre o equador celeste*; o que corresponde ao instante em que os dois hemisférios estão igualmente iluminados, mas a partir desse instante o hemisfério Sul será mais iluminado pelo Sol, que o hemisfério Norte, portanto têm início a Primavera no hemisfério Sul e o Outono no hemisfério Norte. O mês de setembro traz celebrações muito especiais, como o Dia do Cerrado (11/09) e o Dia Internacional de Proteção da Camada de Ozônio (16/09). Mas, sem dúvida, as datas mais lembradas são o Dia da Árvore e o início da Primavera. Nesta semana, vamos refletir juntos sobre a Biodiversidade representada nas árvores e flores.
Pra começar, uma frase de Tom Jobim: "Quando uma árvore é cortada ela renasce em outro lugar. Quando eu morrer quero ir para esse lugar, onde as árvores vivem em paz."
Apoio: FLORA FLORIFRUTO
Plantas, Mudas, Vasos e Flores em geral
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quarta-feira, setembro 03, 2008
Os Rios e o rio Jundiaí
O pobre rio Jundiaí, emparedado pelas obras de canalização, do PAC, conforme projeto arcaico da prefeitura local. Em outros locais, como em Barueri, o rio Tietê teve mais sorte, e mantem as margens com vegetação.
Em Amparo, região do Circuito das Águas Paulista, o rio Camanducaia ostenta sua Mata Ciliar e o Piracicaba, abaixo, corta a área urbana mas mantém o traçado e a cobertura vegetal.
No rio Sorocaba, a preservação ambiental e do patrimônio histórico se juntam, na Usina Cultural.

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