Momento em que o Sol passa sobre o equador celeste*; o que corresponde ao instante em que os dois hemisférios estão igualmente iluminados, mas a partir desse instante o hemisfério Sul será mais iluminado pelo Sol, que o hemisfério Norte, portanto têm início a Primavera no hemisfério Sul e o Outono no hemisfério Norte. Criado em 2002, o Fórum Permanente Caxambu é um movimento socioambiental de voluntários em defesa da Água. Nossa base de atuação é o Planeta Terra, mas estamos abrigados na Microbacia do Jundiaí-Mirim, bairro Caxambu, Jundiaí-SP. Nossas frentes são a Educação Ambiental, restauração das Matas Ciliares e Desenvolvimento Solidário e Sustentável das Comunidades Rurais e Urbanas. Somos Agroecológicos de coração e Outromundistas por natureza!
domingo, setembro 14, 2008
21 DE SETEMBRO - DIA DA ÁRVORE
Momento em que o Sol passa sobre o equador celeste*; o que corresponde ao instante em que os dois hemisférios estão igualmente iluminados, mas a partir desse instante o hemisfério Sul será mais iluminado pelo Sol, que o hemisfério Norte, portanto têm início a Primavera no hemisfério Sul e o Outono no hemisfério Norte. quarta-feira, setembro 03, 2008
Os Rios e o rio Jundiaí
O pobre rio Jundiaí, emparedado pelas obras de canalização, do PAC, conforme projeto arcaico da prefeitura local. Em outros locais, como em Barueri, o rio Tietê teve mais sorte, e mantem as margens com vegetação.
Em Amparo, região do Circuito das Águas Paulista, o rio Camanducaia ostenta sua Mata Ciliar e o Piracicaba, abaixo, corta a área urbana mas mantém o traçado e a cobertura vegetal.
No rio Sorocaba, a preservação ambiental e do patrimônio histórico se juntam, na Usina Cultural.

terça-feira, agosto 05, 2008
Com muita Energia, no Museu!

quarta-feira, julho 23, 2008
OFICINA DO FUTURO

GT Socioambiental se reúne dia 29/07 na Natura (Cajamar-SP)
O GT Socioambiental Regional se reúne na próxima terça, 29/07, na Natura, em Cajamar, das 9 às 11h, para um café de trabalho.
Na pauta, uma "Oficina de Futuro", coordenada pelo biólogo Cristiano Andreazza, da prefeitura de Cabreúva, para estruturar o trabalho do grupo.
É necessário confirmar presença até o dia 25/07. Por favor, informe seu nome e empresa/instituição e o nome de pessoas que deseja convidar, pelo email forumcaxambu@gmail.com
Oficina do Futuro
quarta-feira, junho 18, 2008
café com floresta
O Fórum Permanente Caxambu reuniu empresas e instituições nesta quarta-feira, 18/06, para um café da manhã no Hotel Serra, em Jundiaí.
Realizado na nova área de eventos do hotel, o café lançou a nova proposta do Fórum Caxambu, que é a organização de um Grupo de Trabalho Socioambiental Regional, para atuar de forma coletiva nas principais questões ambientais locais.
Estiveram presentes representantes da ONG Mata Nativa, Agenda 21 de Cajamar, SAB Santa Clara, Prefeitura de Campo Limpo Paulista, Prefeitura de Várzea Paulista, Prefeitura de Cabreúva, Defesa Civil de Cajamar, SENAR-Programa Jovem Aprendiz Rural, CJ-REJUMA, Rede de Agroecologia/Cristalino, Elekeiroz, Sulzer Brasil, Mahst, Natura, Itabras e Ambiental Consultoria.
Isabel Ferreira, da Natura, apresentou a Agenda 21 local de Cajamar, desenvolvida em parceria com a Prefeitura e ONG Mata Nativa. A Agenda 21 é uma ferramenta de trabalho que permite a sociedade organizar-se e traçar metas para o desenvolvimento sustentável. A ONG Mata Nativa realiza oficinas de desenvolvimento comunitário junto às populações mais carentes como forma de incentivar lideranças e uma postura participativa na solução dos problemas locais.
O cientista social José Arnaldo Oliveira mostrou sua experiência junto a comunidades da Amazônia, na geração de emprego e renda com a valorização dos trabalhos dos povos da floresta e a conscientização quanto a evitar o desmatamento. Representante da Iniciativa Amazônia BR, ele esteve há dias em Nova Iorque, onde a instituição montou uma exposição, lançando um catálogo com os produtos artesanais.
Durantes os debates, o grupo pode tomar conhecimento de algumas novidades na região: a criação de abelhas meliponias (indígenas sem-ferrão, como a jataí) no bairro Santa Clara, a existência de um programa para o jovem rural em Cabreúva ou ainda o trabalho da ESALQ no assentamento da Fazenda São Luis, em Cajamar.
Os participantes conversaram sobre os laços ambientais que unem os municípios vizinhos, como a Serra do Japi e a bacia do Rio Jundiaí e a necessidade de conservar a biodiversidade na região. Também debateram a organização do GT Socioambiental, sua forma de atuação, o foco dos trabalhos e a pauta da próxima reunião, que acontecerá em julho, na empresa Natura.
O GT, formado por empresas e instituições, vai promover intercâmbio, visitas técnicas e a interação efetiva com a comunidade.
"A proposta foi lançada e recebida com entusiasmo pelos participantes. Agora vamos trabalhar na estruturação do GT, para que ele possa contribuir positivamente para a sustentabilidade das nossas cidades", destacou Paulo Dutra, coordenador do Fórum Caxambu.
segunda-feira, junho 16, 2008
GT Socioambiental

O Fórum Permanente Caxambu gostaria de contar com sua presença no Café da Manhã Socioambiental que promove no próximo dia 18/06, 8h30, na nova área de eventos do Hotel Serra de Jundiaí (endereço abaixo).
Venha participar da primeira reunião do GT Socioambiental Regional, que será lançado no evento.
O GT irá reunir empresas e instituições para atuar proativamente nas questões socioambientais locais, promovendo o intercâmbio, benchmarking, visitas técnicas e a interação efetiva com a comunidade. Você e sua equipe são convidados a integrar esta iniciativa!
Durante o café da manhã acontecem duas apresentações inspiradoras: Isabel Ferreira fala de sua experiência na Natura e da Agenda 21 Local de Cajamar-SP; Arnaldo Oliveira traz suas impressões sobre a Amazônia e a organização de uma Mostra em Nova Iorque.
Programação:
8h30 - Recepção
8h50 - Abertura e Apresentações
José Arnaldo de Oliveira - Iniciativa Amazônia BR
Cientista Social, colunista de meio ambiente do Jornal Bom Dia, ambientalista, atua na conexão Amazônia-Japi-Manhattan.
Isabel Ferreira - Natura
Isabel Morsoletto Ferreira, historiadora, especialista em Filosofia da Educação, atua na área de Responsabilidade Corporativa da Natura Cosméticos S.A.
10h15 - Proposta de criação do Grupo de Trabalho Socioambiental Regional
10h30 - Debates
11h00 - Conclusão
Local:
Hotel Serra Jundiaí
Rua Gumercindo Barranqueiros 80Jd. Samambaia - Trevo de acesso da av. Jundiaí
(rodovia Anhanguera Km 58)http://www.hotelserradejundiai.com.br/
Importante: Confirmar presença pelo email forumcaxambu@gmail.com até 17/6. Informações: 11 71051713. Participação isenta de taxas.
Parceria:
Fórum Permanente Caxambu
Hotel Serra de Jundiaí
Iniciativa Amazonia BR
Natura
Rede de Agroecologia - Núcleo Cristalino
Apoio de Gestão FPC: Bercamp Textil - Y.Takaoka/Gênesis
Gestão do Conhecimento: Benatti & Benatti International Consultants
Apoio: Corticeira Paulista/Plastamp, Churrasquinho Jundiaí, Vetur, Nipotec, ZR Sanches, JCN/JJ Usinagem, Refman, JB Concretos, Tintas Colônia/Coml. Antonucci, Itabras, Tonibras Sucatas
segunda-feira, junho 09, 2008
Semana do Meio Ambiente



Várzea - No dia 4/6 o FPC participou de um encontro com Pedro Pontual, da coordenação internacional do Fórum Social Mundial. A atividade aconteceu no Espaço da Cidadania, em Várzea Paulista. O município se prepara para o FSM 2009, que acontecerá em Belém do Pará. O foco será a Amazônia, mas as tribos do mundo todo levarão para lá suas demandas socioambientais.Jundiaí - Na quinta, 5/6, em Jundiaí, foi realizado um debate público no Sindicato dos Metalúrgicos, em Jundiaí. Organizado por vereadores do Partido dos Trabalhadores, o evento foi um convite para a sociedade civil expressar suas preocupações com o meio ambiente, tendo em vista as eleições de outubro.Foram apresentadas alternativas para reciclagem de resíduos urbanos, como os materiais de construção.
Rio Jundiaí - No sábado, dia 7, a comunidade do bairro Fazenda Grande e a empresa Itabras realizaram um mutirão para plantio de mudas num espaço socioambiental criado para o convívio, lazer e educação ambiental.
terça-feira, junho 03, 2008
sexta-feira, maio 16, 2008
biodiversidade ameaçada

árvore isolada

garça sobrevoa o rio

Obras de canalização ameaçam aves e fragmentos de mata-ciliar
As obras de canalização do Rio Jundiaí no trecho entre a Vl. Lacerda e o Pq. Shangai, começam a alterar as margens, numa área até então relativamente calma e preservada.
Afastado da avenida Latorre e sem casas por perto, este trecho do rio tem pequenos resquícios de mata e aves como garças e paturis.
É um trecho que recebe as águas limpas do Córrego do Mato e do Córrego Walquírias e tem muitas pedras no leito. Essa combinação de oxigenação e diluição dos poluentes melhora a qualidade do rio Jundiaí e as condições para a fixação da vida silvestre.
Numa ilhota, um banco de areia, pedras e lixo, bem próximo do local onde deságua o córrego Walquirias, é possível observar um casal de irerês (paturis) e pelo menos duas espécies de garça, em vários períodos do dia. Também há pegadas de capivaras na ilha e margens.
Neste mesmo local, que fica próximo das quadras de futebol Umbro Center, há terrenos baldios nas duas margens e uma pequena mata em regeneração, que começa a ser derrubada pelos tratores.
A presença das garças, irerês, capivaras, indica que toda uma cadeia de vida está ali instalada.
Infelizmente, essa biodiversidade que resiste heroicamente no poluído rio Jundiaí, vai desaparecer com a canalização do trecho.
As margens e o leito serão concretados e a vida vai dar lugar ao "crescimento".
Não haverão outras alternativas? Não é possível conciliar desenvolvimento e sustentabilidade?
quinta-feira, abril 10, 2008
Palmito, na Real!


Palmitos, Rãs, Cavalos, Educação e Sustentabilidade!
No Caxambu, sítio aposta no "tempero" equilibrado e dá a receita da preservação.
No mesmo local convivem de forma harmoniosa uma escola infantil, ranário, hípica, plantação de palmeira real australiana, restaurante e fragmentos de mata nativa. Localizado na área de mananciais, na sub-bacia do córrego do Ananás, com 80 mil m2, o sítio preserva a paisagem e o modo de vida rural. A tranquilidade é o maior patrimônio da família.
O chef de cozinha Helton Hentz, formado em hotelaria, morou na Itália e Portugal, onde definiu sua vocação, inspirado no avô, que na década de 70 manteve ali um restaurante rústico, o Recanto Caxambu. A especialidade do "La Vecchia Fattoria", que Helton abriu há um ano, são as massas e o palmito assado. A rã produzida no sítio também é servida em porções. Aos sábados, um café da manhã da roça alegra os visitantes.
São muitos motivos pra se visitar o sítio e conhecer de perto o que o Caxambu tem de melhor!
Veja video sobre o preparo do palmito com o chef Helton:
http://video.google.com/videoplay?docid=-4233639233899761704
site do restaurante:
http://www.lavecchiafattoria.com.br/
segunda-feira, março 31, 2008
Água em Pirapora - Espaço Cultural Samba Paulista




Carta será apresentada no Dia da Terra
CARTA DE PIRAPORA - Em Defesa da Água, do Rio Tietê e da Vida!
Pirapora do Bom Jesus - Santana de Parnaíba - Cabreúva
Pirapora, do tupi-guarani, salto de peixe (pira-peixe e porá, salto)
Parnaíba, em tupi, significa rio difícil de navegar (paraná = grande rio + aiba = ruim)
Cabreúva, do tupi kauuré ýua, árvore do caburé (a coruja caburé)
Durante a Semana da Água, de 15 a 22 de março, ambientalistas e comunidade estiveram reunidos em Pirapora do Bom Jesus para escrever coletivamente um manifesto, a CARTA DE PIRAPORA. O objetivo da Carta é exigir a imediata despoluição do Rio Tietê.
A iniciativa foi uma parceria entre a equipe da Campanha da Fraternidade 2008 - "Fraternidade e Defesa da Vida", Defensoria da Água, entidades regionais, poder público, especialistas, ambientalistas e a comunidade em geral.
O manifesto "Carta de Pirapora" será divulgado nacional e internacionalmente, com apoio das instituições parceiras. O objetivo é colocar o Tietê na pauta das redações e dos governos e pedir o apoio das instituições internacionais diante da situação dramática do rio e da população de Pirapora e região – Cabreúva, Santana de Parnaíba e outras – submetidas diariamente aos gases contaminantes exalados pela água.
Belém do Pará
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Carimbó no Varjão - 29/12/2007
Dança típica do Pará, o carimbó é mais uma das riquezas dos Povos da Floresta.
Mas os Povos do Japi também aprovaram - Em Belém ou no Varjão, é diversão garantida!
quarta-feira, janeiro 23, 2008
29/12/2007 - Varjão

segunda-feira, janeiro 21, 2008
Povos do Japi 2007 - IMAGENS
Dentro da programação do II Encontro dos Povos do Japi, participamos da atividade "Parceiros da Paz e da Sustentabilidade", em parceria com a Defensoria da Água e Instituto para Defesa da Vida, no dia 10/12, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. quarta-feira, dezembro 12, 2007
Encontros do Japi: Florada, Fazenda Conceição, CF 2008, Dia dos Direitos Humanos, Lar Anália Franco, Centro Comunitário São Francisco....
porque outra APA é possível!
CF - No sábado, 8, a participação na primeira reunião da Campanha da Fraternidade 2008 marcou a adesão do Fórum Permanente Caxambu ao tema "Defesa da Vida". Mais de cem agentes da Campanha estiveram presentes no Auditório da Cúria Diocesana de Jundiaí.
Florada - Neste mesmo dia uma visita ao Centro Comunitário João de Deus, no Jardim Tarumã, onde acontece o trabalho do Grupo Florescer, abriu espaço para concretização de uma agenda ambiental na entidade para 2008. A visita ocorreu durante o evento "Florada", um bazar de artesanatos, pães e bolos que mostra um pouco do trabalho do grupo, feito por meninas do bairro.
Conceição - Dia 9, o encontro foi na Fazenda Conceição, antiga produtora de café, onde o proprietário Antonio Sestini resgata a história, a culinária e a natureza. A área está inserida na bacia do rio Capivari e deverá receber um projeto agroecológico e de recuperação de áreas degradadas, em parceria com a Rede Mantiqueira Mogiana.
Dia Mundial dos Direitos Humanos - O Fórum Caxambu foi a São Paulo na segunda, dia 10, levar os Encontros à Assembléia Legislativa, onde participou, ao lado do Instituto em Defesa da Vida das comemorações do Dia Mundial dos Direitos Humanos. Pela manhã uma conferência abordou a Biodiversidade e as novas tecnologias e a tarde aconteceu a cerimônia de premiação dos "Parceiros da Paz e da Sustentabilidade". No final da tarde, uma comissão segiu para o Viaduto do Chá, onde realizou 24 horas de vígilia com a campanha Mais Vida, Menos Lixo, contra o avanço dos lixões sobre as áreas de Mata Atlântica.
Horta Orgânica e Coletivos Jovens - O Centro Comunitário São Francisco de Assis sediou uma oficina de horta orgânica e compostagem nesta quarta e um bate-papo Coletivos Jovens. Localizado no Jd. Novo Horizonte, o Centro é coordenado pela Caritas Diocesana de Jundiai.
O encontro aconteceu no período da manhã, com atividades direcionadas para adolescentes e jovens da comunidade, conduzidas por estudantes da UNICAMP e UNESP, representando o grupo Trocas Verdes e Coletivos Jovens sócio-ambientais do interior de São Paulo, o CJ Caipira.
A compostagem de resíduos orgânicos e a preparação de canteiros deram início a horta ecológica do Centro Comunitário. Além disso, o Fórum Caxambu e os grupos convidados conversaram sobre a formação de um Coletivo Jovem no local.
CJ - Os Coletivos Jovens de Meio Ambiente, comumente chamados de CJs, são grupos informais que reúnem jovens representantes ou não de organizações e movimentos de juventude que têm como objetivo envolver-se com a temática ambiental e desenvolver atividades relacionadas à melhoria do meio ambiente e da qualidade de vida. Esses coletivos são como redes locais, para articular pessoas e organizações, circular informações de forma ágil, pensar criticamente o mundo a partir da sustentabilidade, planejar e desenvolver ações e projetos, produzir e disseminar propostas, que apontem para sociedades mais justas e equitativas.
Programação contínua
13/12 - Reuniões internas de avaliação e planejamento
14/12 - Aniversário da Cidade - Manifestações Culturais
15/12 - Coletivo Jovem na APA Cabreúva
16/12 - Espaço do Samba Paulista Vivo - Pirapora do Bom Jesus
sexta-feira, dezembro 07, 2007
Japiapé
riacho e cão
Povos do Japi começou nesta quinta, no Japiapé
Fazenda Japiapé, no bairro Ponunduva em Cajamar, sediou reunião da Rede de Agroecologia
Integrantes da Rede de Agroecologia Mantiqueira Mogiana estiveram reunidos durante a quinta, 6, na Fazenda Japiapé (http://www.japiape.com.br/) em Cajamar, marcando a abertura do II Encontro dos Povos do Japi.
A Rede (http://www.agroecologia.cnptia.embrapa.br/) é formada por um colegiado de instituições, além de produtores rurais, técnicos, estudantes universitários, estagiários e consumidores. Seu objetivo é difundir e incentivar a prática da Agroecologia e o consumo de produtos de origem agroecológica, que são cultivados com respeito ao meio ambiente e ao ser humano.
O Fórum Permanente Caxambu, organizador do Encontro, incentiva a Agroecologia para o fortalecimento da agricultura familiar, preservação ambiental e sustentabilidade
A Fazenda Japiapé, que produz e comercializa mais de dez variedades de hortaliças orgânicas, será uma unidade de referência da Rede na região.
O Encontro reuniu pesquisadores e técnicos da EMBRAPA, UFSCAR, UNICAMP, APTA, Secretaria de Agricultura de Jundiaí, agricultores de Jundiaí, Cajamar e Indaiatuba, representantes de ONGs e da comunidade local. Um representante do Assentamento Pedro Casaldáliga (Fazenda São Luiz) também esteve presente. Entre os estagiários da Unicamp, um intercambista da cidade de Hamburgo, na Alemanha.
Com cerca de 30 participantes, o grupo percorreu a propriedade, elaborando um diagnóstico para identificar os principais indicadores agroecológicos, visando a sustentabilidade do local. Uma agenda de novos encontros para 2008 começou a ser definida e deverá ser aberta a participação de mais agricultores da região.
Eventos confirmados:
07/12 - Reuniões internas de avaliação e planejamento
8 e 9/12 - "Florada", no Jd. Tarumã. - Distribuição de mudas de espécies nativas na instituição Florescer - Rua Rio de Janeiro 808, durante bazar da entidade.
10/12 - 9h00 - Conferência Nacional de Biodiversidade, Água e Direitos Humanos e Premiação dos Parceiros da Paz e da Sustentabilidade - Assembléia Legislativa de São Paulo - Auditório Franco Montoro.
11/12 - 9h00 - "Biosfera em Perigo", com Lar Anália Franco.
12/12 - 8h00 - Encontro com os Jovens do Centro Comunitário S. Francisco de Assis - Jd. Novo Horizonte.
13/12 - Reuniões internas de avaliação e planejamento
14/12 - Encontro com Crianças e Jovens da Casa de Nazaré
15/12 - Coletivo Jovem na APA Cabreúva
16/12 - Espaço do Samba Paulista Vivo - Pirapora do Bom Jesus
sexta-feira, novembro 30, 2007
II Encontro dos Povos do Japi
O II Encontro dos Povos do Japi é um ciclo de conversas e debates que o Fórum Permanente Caxambu realiza próximo da data de 10 de Dezembro, que é o Dia Internacional da Declaração Universal dos Direitos Humanos
Este ano a programação começa em 6/12 e prolonga-se até 16/12. Será lançada no dia 3/12, 20h00, durante evento no SENAC Jundiaí. Todas as atividades do II EPJ são gratuitas e abertas à comunidade, inclusive o lançamento do programa.
II Encontro dos Povos do Japi
06 a 16 de Dezembro de 2007
Semana Internacional dos Direitos Humanos
10 de Dezembro - Dia Internacional dos Direitos Humanos
Os "Povos do Japi" são as comunidades que habitam a região das Áreas de Proteção Ambiental – APA - constituídas no entorno da Serra do Japi, ou seja, os municípios de Jundiaí, Cabreúva e Cajamar.
São comunidades rurais e urbanas que convivem direta ou indiretamente com uma das maiores reservas de Mata Atlântica do interior de São Paulo, considerada Reserva de Biosfera da Humanidade pela UNESCO.
Estes grupos vivem os desafios diários da sustentabilidade: o agricultor familiar que planta a uva na microbacia do Jundiaí-Mirim; o executivo das grandes empresas do setor industrial; o aluno das diversas instituições de ensino superior; as populações em situação de risco. Todos, sem exceção, dependem de um delicado equilíbrio entre a ação humana e o meio ambiente.
Mas, para preservar, é preciso conhecer o bioma onde estamos inseridos e, fundamentalmente, os povos que aí habitam.
Primeira Edição
A primeira edição do evento, realizada de 01 a 10/12/2006, reuniu centenas de participantes, em diferentes atividades, concentradas no município de Jundiaí, mas também em Cabreúva, Cajamar e Salto. O evento foi organizado pelo Fórum Permanente Caxambu, grupo ambientalista de Jundiaí e contou com o apoio de instituições locais e empresas privadas. Os encontros aconteceram na Câmara Municipal de Jundiaí, Cúria Diocesana, SENAC, Natura Cosméticos (Cajamar), Complexo Cultural Argos, Fazenda Japiapé, Centro de Lazer São José (Salto), Livraria Nobel e Comunidade Maria de Nazaré (Cabreúva).
II Encontro
Esta segunda edição será realizada mais uma vez na semana dos Direitos Humanos, de 06 a 16 de dezembro de 2007, com atividades diversas, como oficinas, reuniões e debates, em escolas, centros comunitários e espaços públicos de Jundiaí e cidades da APA.
Estes encontros tem como objetivo apresentar para a comunidade experiências positivas em preservação e sustentabilidade e prestar apoio técnico a produtores rurais, profissionais, empreendedores e empresários. A cada dia, empresas, especialistas, acadêmicos, ambientalistas, instituições públicas e ONGs convidadas se revezarão nos debates.
Programação
Eventos já confirmados:
06/12 - 9h00 - Encontro da Rede de Agroecologia no Sítio Japiapé - Bairro Ponunduva - APA Cajamar.
8 e 9/12 - Florada, no Jd. Tarumã.
9/12 - Falando do Caxambu - Diálogo com Prof. Júlio César Lazaro da Silva, mestre em Geografia/Unesp.
10/12 - 9h00 - Conferência Nacional de Biodiversidade, Água e Direitos Humanos e Premiação dos Parceiros da Paz e da Sustentabilidade - Assembléia Legislativa de São Paulo - Auditório Franco Montoro.
11/12 - 14h00 - "Biosfera em Perigo", com Lar Anália Franco.
12/12 - 8h00 - Encontro com os Jovens do Centro Comunitário S. Francisco de Assis - Jd. Novo Horizonte.
14/12 - Encontro com Crianças e Jovens da Casa de Nazaré
15/12 - Coletivo Jovem na APA Cabreúva
16/12 - Espaço do Samba Paulista Vivo - Pirapora do Bom Jesus
Organização
A realização do evento é uma iniciativa do Fórum Permanente Caxambu, grupo sócio ambiental e de apoio ao desenvolvimento rural solidário, fundado em 2002 no município de Jundiaí, que atua em defesa dos mananciais. O II EPJ conta com o apoio do Instituto para Defesa da Vida, Movimento Grito das Águas e Rede de Agroecologia Mantiqueira Mogiana.
email forumcaxambu@gmail.com
sexta-feira, novembro 02, 2007

Nos últimos 40 anos, enquanto o sr. José Moreira da Silva esperava uma solução para o córrego Japi-Guaçu, o mundo mudou radicalmente.
Sobretudo em termos ambientais, mudou para pior.
O clima em todo o planeta está se alterando em função da poluição atmosférica e da destruição da cobertura vegetal. A água é escassa e está contaminada.
O sr. José mora na Vila Maringá, em Jundiaí, e o Japi-Guaçu corre próximo de sua residência. Bem, se neste período o poder público não resolveu o problema do sr. José, não é possível aceitar que agora, tanto tempo depois, a solução seja a mesma aplicável nos anos sessenta.
Tamponar ou canalizar um rio ou córrego é obra de engenharia desatualizada, preguiçosa, pouco criativa, predatória, anti-ecológica e pró-aquecimento global.
O sr. José e todos os moradores da Vl. Maringá tem o direito de se manifestar. E precisam fazer isso sempre, a todo momento. Nós precisamos. Para mostrar ao poder público que quem manda no bairro, na cidade, no país, no planeta, é o cidadão.
Nesse sentido, a Profa. Dra. Laura Bueno, outra moradora de Jundiaí, também tem todo direito de ser contra a obra no Japi-Guaçu, no Córrego do Mato e outros recursos hídricos ameaçados pelas obras míopes da Prefeitura Municipal.
Devemos aceitar o tamponamento do córrego (ou canalização) em troca de uma pracinha, um parquinho ou uma quadra esportiva que logo após será abandonada pelo próprio poder público, como acontece na maior parte destes equipamentos coletivos?
Como, se podemos ter a mesma praça, o mesmo banco, as mesmas flores e jardim, a quadra, o playground e ainda manter o rio vivo, em seu estado natural?
Isso se chama Parque Linear, é Tecnologia Social, disponível e implantada com sucesso em centros urbanos importantes, como São Paulo, Curitiba, São Carlos e outros, mundo afora.
A cidade de São Paulo está vencendo o desafio de recuperar córregos e nascentes, sanear cursos hídricos, devolver o verde e promover a convivência dos cidadãos com a natureza, exatamente como o Sr. José podia fazer há 40 anos, em sua juventude e mais ainda em sua infância.
Eu assinei uma representação ao Ministério Público, junto com Laura Bueno e outros cidadãos, entendendo que a Prefeitura e os órgãos responsáveis pelos projetos, precisam rever o conceito da obra e, principalmente, aprender a ouvir a comunidade e criar condições para que isso ocorra.
Precisamos tirar as cobras e lagartos do quintal da dona Maria Odete, outra moradora da Maringá, mas precisamos, igualmente, preservar o córrego Japi-Guaçu ou o que resta dele, do Córrego do Mato e dos demais.
É um desafio e tanto. Mas não é por isso que vamos optar pelo caminho mais fácil, que é esconder o problema com concreto e asfalto e deixar a "bomba" para as gerações futuras.
A dona. Maria Odete e o sr. José moram nas várzeas, nas áreas de proteção do Japi-Guaçu. A vila Maringá está em Zona de Conservação, delimitada pelo próprio córrego. Todos nós, cidadãos de Jundiaí, estamos numa Área de Proteção Ambiental, uma APA. Todos nós, nos limites da Mata Atlântica, ainda que quase não se perceba.
O Meio Ambiente é bem comum e nesse sentido, o Japi-Guaçu é de todos nós e não apenas dos moradores mais próximos. Nossa responsabilidade então é priorizar o diálogo, não decepcionar o sr. José, mas salvar o rio e o planeta, pedacinho por pedacinho, começando ali, no quintal de casa.
sábado, outubro 13, 2007
Córrego do Mato ameaçado!
Córrego do Mato: a meio caminho de lugar nenhumA revitalização da Avenida Nove de Julho causa preocupação em seus primeiros movimentos. Na altura do Beco Fino, o córrego foi entubado e concretado. Embora a ponte seja necessária, revela soluções de uma engenharia míope, desconectada das questões ambientais globais.
A Córrego do Mato era apenas a avenida que ligava "nada a lugar nenhum" nos anos setenta. O asfalto invadiu a várzea, manobra impeditiva nos dias de hoje. O código florestal define estas áreas como "de proteção permanente", um estorvo para as prefeituras e empreiteiras.
Quando transformou-se na Nove de Julho, menina dos olhos da cidade, o córrego continuou sua humilde trajetória, do nada para lugar nenhum... Surge de um cano, perto da Vigorelli, deságua tristemente no poluído Jundiaí.
A cidade tem nome de rio e mantém distância profilática de seus cursos d'água. O Jundiaí, com suas margens concretadas há anos, é o grande exemplo disso. Com o Jundiaizinho não é diferente: depois de incensado no Parque da Cidade, vira um canal triste e esquecido. Em seu trecho final, próximo da UNIP, os resquícios de mata-ciliar deram lugar a concreto e asfalto.
Agora, a propaganda oficial anuncia obras de "saneamento". Financiadas pelo PAC, sob pretexto de atender demandas da população, preparam terreno para empreendimentos imobiliários.
A obra na avenida "cartão postal" poderia mesmo ser emblemática, um legado do governo municipal. Mas para isso precisaria quebrar o paradigma da "canalização". Revitalização sim, mas sem entubar o córrego, sem destruir suas margens.
Pessoas de setenta anos, a geração do prefeito, conheceram um rio Jundiaí preservado, onde era possível nadar e "tirar lambari com a peneira". Minha geração viu um rio poluído pelos esgotos, efluentes da Duratex e de outras empresas. Depois, o emparedamento.
Agora querem entubar o córrego do Mato. Para muitos de nossos jovens e crianças, que nem sabem o nome dele, é a única referência de rio urbano.
E não está doente: as garças freqüentam suas águas atrás dos peixinhos, as pedras formam recantos para a pequena fauna local. Em alguns trechos, como nas proximidades do Wiener, a mata mantém intercâmbio com o riacho. De vez em quando se vê um gambá ou um ouriço.
Em tempos de Aquecimento Global, não faz sentido destruir o córrego para privilegiar o trânsito. A avenida pode ser revitalizada sim, embora o município tenha outras prioridades, mas com Engenharia Sustentável, sem dano ao córrego. Até mesmo a troca da tubulação de esgoto pela DAE, uma operação delicada, precisa ser reavaliada. Frente ao desafio de preservar o ambiente, não podemos ter preguiça de pensar, de projetar com criatividade.
Em Santana de Parnaíba, muito próximo de nós, há um bom exemplo dessa Nova Engenharia. Um condomínio, com o sugestivo nome de Gênesis, foi implantado numa imensa área verde. Ao final das obras, a mata-nativa dobrou de tamanho. Num local onde era preciso abrir uma estrada optou-se por uma alça elevada, acima das copas das árvores, para não cortar nenhuma delas.
Os Parques Lineares da cidade de São Paulo são outro bom exemplo. Com a recuperação de córregos e nascentes, serão interligados por corredores verdes, permitindo a circulação da fauna e das sementes. O rio passa a ser o ponto de partida do planejamento urbano e referencia para a comunidade. Na maior e mais complexa cidade da América Latina, até mesmo córregos canalizados ou tamponados voltarão às condições originais.
O córrego do Mato precisa ser conservado, como marco de uma geração que disse não ao concreto e sim à vida. O município "verde", precisa incentivar o transporte coletivo, o uso da bicicleta, educar o motorista, restringir o uso do automóvel. Horários de pico, poucos, não justificam a canalização. A melhor utilização das vias próximas e construção de pontes, pode minimizar os mínimos congestionamentos. A faixa adicional parece ser viável em alguns trechos, onde as calçadas são mais amplas, onde há terrenos vagos. É possível buscar, literalmente, um outro caminho. Pode nascer ali nosso primeiro Parque Linear.
As novas e futuras gerações têm o direito de conviver com um riachinho cortando a cidade. É preciso coragem para lançar mão dessa Nova Engenharia em todos os outros córregos e trechos do rio Jundiaí que pretendem entubar.
O Japi deve deixar de ser lastro da cidade, nessa política do "tudo pode, desde que não se mexa na Serra".
Pensar a reforma da Nove de Julho a partir da preservação e revitalização do córrego do Mato, não é voltar ao passado. É antes uma nova postura, diante dos desafios de um novo tempo.
Sem ela, nós, cidadãos do "município verde", estaremos como a velha Córrego do Mato: a meio caminho de lugar nenhum!
Paulo R. F. Dutra
Coordenador do Fórum Permanente Caxambu, é Comunicador Social e Ambientalista
terça-feira, outubro 02, 2007
Primavera dos Museus
Museus de todas as regiões do país garantiram participação na 1ª Primavera dos Museus. A programação contou com 874 eventos, que aconteceram nos dias 22 e 23 de setembro em 305 instituições museológicas. Organizada pelo Departamento de Museus e Centros Culturais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Demu/Iphan), a primeira edição da Primavera dos Museus sintonizou os museus com o meio ambiente, ao desenvolver uma agenda de atividades integrada sobre tema atual, de relevância mundial, como o aquecimento global.
segunda-feira, outubro 01, 2007
Mês das Crianças
No Dia da Criança, comemore com a Natureza!Aproveite o mês das Crianças e comemore de uma forma diferente, unindo alegria e carinho com o meio-ambiente.
Ofereça uma atividade especial, onde as crianças encontram diversão e educação-ambiental na mesma brincadeira.
Reúna a garotada para ouvir os contadores de histórias, participar de oficinas de reciclagem, compostagem, horta-orgânica, brincar com a pintura e máscaras dos bichinhos da mata-atlântica e plantar árvores para combater o aquecimento global.
Informações:
forumcaxambu@gmail.com
11 71051713 com Paulo
domingo, setembro 30, 2007

20 Empresas pelo Meio Ambiente
O Fórum Permanente Caxambu, movimento sócio-ambiental da região da Serra do Japi (Área de Proteção Ambiental-Jundiaí-SP), conta com sua colaboração nesta Campanha - 20 Empresas pelo Meio Ambiente.
O Fórum busca a parceria de 20 empresas ou instituições que possam contribuir com uma cota de R$ 500,00 (quinhentos reais) . O valor será utilizado na manutenção dos trabalhos deste segundo semestre.
Cada empresa ou instituição parceira, em contrapartida, estará convidada a participar e compor a mesa do evento "Fórum de Sustentabilidade", que promoveremos em São Paulo, no dia 5 de Dezembro de 2007. As empresas/instituições parceiras receberão um certificado neste evento.
Também como contrapartida, a empresa/instituição receberá pelo período de 1 ano um boletim informativo eletrônico, com novidades sobre o meio-ambiente e a atuação do Fórum Caxambu.
Para contribuir, efetue depósito de R$ 500,00 para:
Banco do Brasil - agência 4048-7 - conta 7.276-1
terça-feira, setembro 11, 2007
19 de Agosto
Rede MM reunida para a apresentação do Prof. José Maria Guzman Ferraz ("O Estabelecimento Rural em Transição para a Agricultura Ecológica: como saber se estamos no rumo da sustentabilidade?")

Prof. José Maria (Embrapa/UFSC - em primeiro plano); Nereide Fontebasso (atrás do computador), na manhã do domingo

Paulo e o pessoal da Rede MM, atentos ao debate
segunda-feira, setembro 03, 2007
segunda-feira, julho 23, 2007

Caxambu Vivo!- 2º Semestre de 2007
Fundado há 5 anos, o Fórum Permanente Caxambu é um espaço dinâmico para o debate e encaminhamento de soluções ambientais, sediado na Área de Proteção Ambiental da Serra do Japi (APA Jundiai, Cabreúva, Cajamar)
O Fórum nasceu voltado para a questão da Água e foi formado com um grupo de voluntários moradores do bairro Caxambu, em Jundiai-SP, que abriga a maior parcela da Microbacia do Rio Jundiai Mirim, área de proteção de mananciais do município. As características da região definiram sua atuação: as frentes de trabalho são a Educação Ambiental, a Restauração das Matas Ciliares e o Desenvolvimento Solidário e Sustentável das Comunidades Rurais e Urbanas.
Esse trabalho é realizado de diversas formas, como palestras, reuniões, atividades de campo, plantio de mudas, caminhadas ecológicas, mutirões, em ações que se multiplicaram e extrapolaram os limites do bairro Caxambu.
Hoje, o Fórum participa efetivamente do movimento sócioambiental nacional e atua fortemente na região da APA. Um pouco deste trabalho pode ser visualizado neste blog.
O Fórum Caxambu não se constituiu como ONG, mas se firmou como movimento sócio-ambiental. Suas atividades acontecem em clubes, escolas, igrejas, empresas, onde fomenta a organização dos grupos sociais e incentiva a participação pró-ativa em defesa do meio-ambiente.
O trabalho do Fórum tem contado com apoio de empresas e pessoas ao longo destes 5 anos. Infelizmente, em 2007, alguns importantes apoiadores estão ausentes. Desta forma, neste segundo semestre de 2007, se torna indispensável lançar esta Campanha, visando ampliar o relacionamento e garantir a continuidade das atividades.
Contribuição: Peço sua contribuição. Um valor pequeno e único, mas somadas às contribuições de outros parceiros, teremos condições de prosseguir com as atividades. Nossa meta é atingir no mínimo o valor de R$ 10 mil, garantindo assim as atividades de agosto a dezembro.
Se não for possível colaborar pessoalmente, peço que reúna algumas pessoas e participem em grupo . Por outro lado, se houver mais pessoas que possam contribuir, agradeço se puder divulgar a Campanha.
Contrapartida: Ao confirmar sua contribuição, receberá semanalmente, até dezembro/2007, um boletim eletrônico, via email, com as principais atividades do Fórum Caxambu, notícias importantes, links interessantes e informações ambientais. Confirme pelo email paulorfdutra@gmail.com ou forumcaxambu@gmail.com
Aquecimento Global: O trabalho do Fórum Caxambu ajuda a minimizar os agentes causadores do aquecimento global, através do Plantio de Árvores, da conscientização de crianças, jovens e adultos pela Educação Ambiental e do incentivo a Agroecologia, agricultura praticada com respeito ao meio-ambiente.
Para contribuir, efetue depósito para:
Banco do Brasil - agência 4048-7 - conta 7.276-1
Agradeço seu apoio. Acompanhe pelo blog as novidades do Fórum Caxambu!
Paulo R. F. Dutra
11 71051713
quarta-feira, junho 20, 2007
"Amazônia - Vida e Missão Neste Chão"
segunda-feira, junho 18, 2007
terça-feira, janeiro 09, 2007

05/01/2007 17h15min (Portal Senac*)
I Encontro Povos do Japi no Senac Jundiaí
Na ocasião, João Vasconcellos Neto, presidente da Comissão de Pesquisa do Instituto de Biologia da Unicamp, especialista e pesquisador da Serra do Japi, esteve presente para conversar com os alunos do curso Técnico Ambiental. Assim, puderam conhecer uma das maiores autoridades no assunto, além do trabalho realizado no local.
Estavam presentes, também, alguns monitores que realizam visitas à Serra, bem como representantes da ONG “Fórum Permanente Caxambu”, realizadores do encontro. Foi uma oportunidade para refletir sobre os impactos que estão ocorrendo na Serra do Japi e em seu entorno.
“O I Encontro dos Povos do Japi começa na Semana dos Direitos Humanos, mas não para por aí. É um Encontro em construção, um encontro para debater e planejar o Encontro. É a chance para falar de coisas urgentes, como a questão das leis e de apelos do coração, como a preservação da paisagem para as futuras gerações. É um Encontro entre os povos e deles com sua Serra. Um encontro da Serra com a APA e da APA com seus povos”, disse Paulo Dutra, do “Fórum Permanente Caxambu”.








