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Prefeitura de Jundiaí destrói Área de Proteção Permanente no Parque da Represa
A Prefeitura de Jundiaí realizou uma intervenção desastrosa durante esta semana nas margens do rio Jundiaí Mirim, no Parque da Represa.
Trata-se da porção final do rio, após as represas, pouco antes de desaguar no Jundiaí.
Aparentemente, o trecho estava assoreado, com água parada. Recentemente observou-se grande quantidade de peixes mortos e mau cheiro no local.
No entanto, mesmo com as fortes chuvas, em nenhum momento houve alagamento na região.
A urgencia e a falta de cuidado na execução da obra portanto, não se justifica.
As caracteristicas do local impedem o uso de retroescavadeira e indicam a necessidade de trabalho braçal, realizado por equipe especializada.
Mas a Prefeitura entrou com maquinas pesadas, destruindo as margens e dezenas de árvores.
O local é frequentado por capivaras, garças, ireres, quero-queros, quelonios e peixes diversos.
A área constitui um corredor verde entre o Parque da Cidade e as margens do rio Jundiaí. É considerada uma riqueza comunitária pelos moradores.
Os cidadãos também observam a falta de cuidado ambiental em toda região. Existem outros córregos na sub-bacia, entre o Parque da Represa, Torres de São José e Vila Marlene, que são tratados como canais de esgoto ou enxurrada.
Uma área verde do bairro, com córrego anexo, sofre com assoreamento, obras irregulares e gestão inadequada por parte do poder público.
Além das fotos em anexo mais imagens disponíveis em:
https://plus.google.com/photos/106007198939545890189/albums/5699861298299898689
Fórum Permanente Caxambu
A Prefeitura de Jundiaí realizou uma intervenção desastrosa durante esta semana nas margens do rio Jundiaí Mirim, no Parque da Represa.
Trata-se da porção final do rio, após as represas, pouco antes de desaguar no Jundiaí.
Aparentemente, o trecho estava assoreado, com água parada. Recentemente observou-se grande quantidade de peixes mortos e mau cheiro no local.
No entanto, mesmo com as fortes chuvas, em nenhum momento houve alagamento na região.
A urgencia e a falta de cuidado na execução da obra portanto, não se justifica.
As caracteristicas do local impedem o uso de retroescavadeira e indicam a necessidade de trabalho braçal, realizado por equipe especializada.
Mas a Prefeitura entrou com maquinas pesadas, destruindo as margens e dezenas de árvores.
O local é frequentado por capivaras, garças, ireres, quero-queros, quelonios e peixes diversos.
A área constitui um corredor verde entre o Parque da Cidade e as margens do rio Jundiaí. É considerada uma riqueza comunitária pelos moradores.
Os cidadãos também observam a falta de cuidado ambiental em toda região. Existem outros córregos na sub-bacia, entre o Parque da Represa, Torres de São José e Vila Marlene, que são tratados como canais de esgoto ou enxurrada.
Uma área verde do bairro, com córrego anexo, sofre com assoreamento, obras irregulares e gestão inadequada por parte do poder público.
Além das fotos em anexo mais imagens disponíveis em:
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